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NOSSA ELIANA CALMON: Quem tem medo de Lúcia Ramalho, a juíza do povo?
27 de Janeiro de 2012Aquele lambe-lambe do Palácio da Redenção tentou botar a juíza Lúcia Ramalho numa saia justa divulgando sob encomenda que ela estava sendo investigada pelo Conselho Nacional de Justiça e, pela primeira vez, não faltou com a verdade.
É verdade que a meritíssima foi denunciada ao CNJ e agora vou expor os motivos: defesa intransigente do povo.
Filha de São José de Piranhas, terra de gente aguerrida, ela aprendeu desde o berço a não humilhar os humildes e nem deixar que os humildes sejam humilhados.
E por isso foi denunciada; e por isso é invejada; e por isso é perseguida; e por isso o lambe-lambe tem calafrios quando ouve o seu nome virar remédio na boca do povo.
Mas, ao contrário de setores da magistratura investigados por desvios de conduta e venda de sentenças, Lúcia Ramalho foi denunciada ao CNJ justamente por veredictos limpos e sempre em defesa de quem tem direito.
Se o direito é líquido e certo, aquela juíza não tergiversa e decide em favor de quem tem razão, tudo preto no branco, e isso incomoda.
Veja como exemplo o caso dos servidores do IPEP, que ingressaram com ação na justiça para garantir o que está assegurado em Lei e a juíza Lúcia Ramalho teve a coragem de mandar bloquear nas contas do Estado e prender o gerente do banco se não liberasse.
Se for para defender quem já não tem mais esperança, que a juíza Lúcia Ramalho continue sendo denunciada pelos ilegais e que suas sentenças populares acabem lhe dando o honroso título de juíza do povo.
Ela é a nossa Eliana Calmon.
Postado às 10hrs, por Dércio | 4 pessoas comentaram
Comentários (4)
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Se liga UEPB comentou há 3 semanas, 5 dias atrás:
Meu pai, a UEPB e a privatização Daqui a poucos dias celebraremos o segundo ano de Vida Eterna de meu pai. No momento em que choramos a morte e, ao mesmo tempo, celebramos a vida, parece que as forças do mal continuam agindo na nossa Paraíba. Esta notícia de que o Governo do Estado ameaça a Universidade Estadual da Paraíba com privatização, repercutida por professores da instituição e até da UFCG, me fez lembrar de Vital do Rêgo. A UEPB marcou muito a vida da minha família: a minha, a de Rachel, a de Veneziano, da minha mãe e, principalmente, do meu pai. Marcou, também, a nossa história política. Dentre os títulos que possuiu, os que mais realizavam o meu pai eram o de Reitor da Universidade Regional do Nordeste – URNe e o de Presidente da Fundação Universidade Regional do Nordeste – FURNe. Era uma espécie de Laurel, Galhardão para ele. Como reitor da antiga URNe, meu pai teve a sua vida marcada por uma situação decisiva. Havia, na instituição, uma inadimplência muito grande, acima de 30%. A Universidade passava por um momento difícil. Esta situação pode ser testemunhada por vários pro-reitores que, com meu pai, viveram esta angústia e ainda estão em vida. A Universidade, por conta desta situação, estava em vias de fechar as portas. Para saneá-la, meu pai tomou um empréstimo e colocou como garantia a Fazenda Campo de Boi. A minha mãe se surpreendeu quando teve que assinar o empréstimo. Campo de Boi era nosso único bem, passado por herança. Veio a eleição de 1982 e meu pai, para disputá-la, tinha que se afastar do cargo que exercia e escolher um partido político para a disputa. Ele recebeu um convite do então governador Tarcísio de Miranda Burity, que se propunha a sanear as dívidas da URNe e estadualizá-la. Para tanto, pediu a meu pai para que entrasse na disputa, contra Ronaldo Cunha Lima, pelo PDS. Um mês antes desta decisão, meu pai recebera em nossa casa Ronaldo Cunha Lima, para propor uma composição política visando as eleições, com a proposta de quem iria disputar o Governo do Estado, dois anos depois. O próprio Ronaldo e Mário Araújo, que estão vivos, são testemunhas desta situação. Meu pai entendeu a composição, mas disse que, acima da vontade dele, estava o destino da URNe. E Vital foi para a disputa, talvez até mesmo contra a sua vontade, em nome da instituição. Meu pai não compôs com Ronaldo e foi para a eleição pelo PDS para salvar a Universidade. Mais tarde, a URNe foi estadualizada por Burity. Eu sempre fui um ferrenho adversário político de Cássio Cunha Lima. Todos sabem disso. Mas em todo lugar que chego, digo que a maior obra do ex-governador foi a autonomia financeira da UEPB. Disse isso, inclusive, ao então Ministro da Educação Fernando Haddad, quando eu, Cássio e Cícero Lucena estivemos com ele, recentemente. Fui aluno da antiga URNe, fui professor convidado e concursado da UEPB, na cadeira de Direito Eleitoral e, como Senador, minha primeira providência nas Emendas Individuais e nas Emendas de Remanejamento para o Orçamento 2012, já aprovado e sancionado pela Presidente Dilma, foi colocar recursos para a construção da Central de Aulas da UEPB, em atendimento a pedido da reitora Marlene Alves. Por tudo isso, eu não poderia deixar de me colocar numa posição de frente, contra essa tentativa – mais uma – de desmoronamento do Estado, que começou com a Saúde, está passando pelo fechamento das escolas, continua com os estudos para a privatização da Cagepa e, agora, pode alcançar a nossa UEPB. Estamos vivendo, lamentavelmente, um Estado privatista, totalitário e corrupto. Convoco as centrais, a ADUEPB, o DCE, os CAs para uma grande manifestação, conjunta, suprapartidária, em defesa do que Vital do Rêgo colocou um dia: “A URNe é o maior patrimônio e a melhor esperança de Campina Grande”. Hoje, tomo essa expressão para dizer, na linguagem de Vital do Rêgo, que a UEPB é o maior patrimônio e a maior esperança da Paraíba. Vital do Rêgo Senador Da Redação (com Assessoria) WSCOM Online
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JOSÉ comentou há 3 semanas, 5 dias atrás:
Essa merece o nosso credito.
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Maria comentou há 3 semanas, 3 dias atrás:
Minha admiração, meu respeito e minha solidariedade a essa JUIZA de fibra, caráter e coragem.
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CláudioChaves Costa comentou há 3 semanas, 2 dias atrás:
Parabéns não se curve a essa banda podre, seja firme que DEUS estar com você.













